terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reflexões pré-feriado

Segunda, dia 14 de novembro - o dia mais chocante dos últimos tempos.
Eu nada dava por essa segunda de trabalho. Ainda no trampo, vivi um dia de paz com o meu patrão. Entendo-o cada vez mais, patrões são humanos afinal.

Tive uma conversa que me deixou envergonhada também. É, meu lado menina tímida é muito nonsense.

Ia no cinema mas com a chuva e o frio para acompanhar, dei de costas ao plano de sair. Fiz sessão cinema em casa mesmo - com direito a jantar pipoca!

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O ápice do choque foi à noite, eu e Maeh conversando. A Mayra é uma guria legal, a gente se conhece há anos e, por uma infeliz coincidência, só nos tornamos amigas tempos depois que ela se mudou de Santos, quando curtiu um jogo de MMORPG. Nossa conversa sempre é em torno de como tirar mais prazer da vida.

Maeh é uma das poucas pessoas que sabe da minha história recente com detalhes. Aliás, é só ela e a Fernanda. Porque eu sei que só as duas vão me dar apoio, sem mexer com as minhas ideias. A Fê se limitou a dizer: "não é meu tipo"... (amei!) E a Maeh, bem, eu tenho o tico, a Maeh tem o teco... a gente pensa bem assim, juntas mas à distância.

Desde o bofe enrolão, eu estou solteira e sozinha. E ontem fez um mês da última visita dele. Fizemos o saldo. Choquei. Como alguém pode fazer você se desvalorizar, heim? A vida mudou. Infelizmente eu ainda me preocupo com aquele bastardo, mas agora eu me preocupo com outras coisas também, com outra pessoa também.

O gatinho nem faz ideia de quanto ele me ajuda nesse processo de cura. E hoje, sonhei com ele. Antes isso me deixaria na bad, hoje me dá alegria... pelo menos em sonho eu tenho quem eu quero. É estranho dizer mas há momentos que acho que ele também quer... estamos envolvidos no jogo das indiretas, mas acho também que é impossível que esse guri se interesse por mim, no meu jeito ordinário de viver a vida.




domingo, 13 de novembro de 2011

Floating on a bubbly Drink!

Gatinhoooo... eu acho que vi um gatinhooooo.... É, eu vi um gatinhoooo!!!

Eu tô boba, tô "xonada"... hahahaha. É a primeira vez no ano que eu admito: estou apaixonada. Antes teve umas historietas, admirações, amores gris... Mas essa leveza de alma... é tipo presente de fim de ano! Dar certo, acontecer... eu não me importo. Mas vem a inspiração, a felicidade, a razão para encher os dias de cores.

Status: *still* Floating on a bubbly Drink!

"Coração não é tão simples quanto pensa, nele cabe o que não cabe na despensa... cabe o meu amor"
-Oração - Banda mais bonita da cidade

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Não sei se és um enviado dos céus, mas devolveste as minhas asas e agora sou eu quem pode voar!

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A dica de relacionamento de hoje? Já dei antes mas sempre repito: o que você faria em prol do outro? Aprenda a ceder, a olhar o outro como igual. Mas lembre-se: ceder a tudo também é falta de amor!

Beiijossss&Beijosssssss

sábado, 12 de novembro de 2011

Não pergunte, nocauteie!

Dando sequência a ideia do grande Fabio, que me aconselhou a transformar o blog em uma central sobre relacionamentos... esse é o primeiro de muitos posts (e dessa vez é verdade) sobre esse projeto. Era para ter mais gente comigo, mas sabe: são dois homens, e eles nunca retornam meus recados... então desisti deles.

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Homens são assim, não retornam mensagens. A não ser que isso seja assunto prioritário na vida dele (lembre-se: toda regra tem exceção!). Isso tem um motivo de ser: capacidade de orquestrar assuntos e pessoas diferentes. Se você falar X, homem nenhum vai ler as entrelinhas e falar Y, como nós gostaríamos. Eles respondem X e passam para o assunto prioritário (e se respondeu, flor, sinta-se feliz! Esse é pra casar! Assim.. depois de uns 5 anos de panela de pressão!). O assunto prioritário nunca é aquele que a gente torce para que seja, o que resulta em confrontos com banda, futebol com amigos, carro, cerveja no bar - e que você vai pronta para perder muuuitas vezes.

Antes que digam que eu sou mais uma feminista revoltada, não sou não. Acontece que ando aprendendo muito com os homens sobre o que eles esperam das mulheres, e o que ele procuram de fato.

Na verdade o ser humano é assim: busca nos relacionamentos o que não teve em casa, mas repete comportamentos iguais aos que aprendeu com a família. Vou me dar como exemplo: minha vó, que me criou, era muito de sair e tal, mas não fazia amizades... era cordial mas era bem rígida (minha visão dela). Eu acabei virando um espelho disso. Gosto de sair mas não faço amigos facilmente, sou uma extrovertida reservada a quem eu tenho o mínimo de intimidade. E ainda pesa contra mim o fato de eu não ser muito cordial (cara, eu sou tímida, com baixa autoestima... o que esperar?).

O problema é que exatamente eu busco fora o que eu não tenho em mim: ausência de timidez, alguém popular, comunicativo... E por esses eu me apaixono instantaneamente. O que acontece agora, que eu fiquei fascinada por um guri exatamente assim. Sério, o primeiro por quem eu me apaixono mesmo. Os outros eram sentimentos de necessidade de estar perto. Esse, ah, quero corpo e alma. Minha sorte: paixonites dão e passam com a rapidez da efemeridade. Ainda mais que eu peguei esse mês para revisar minha vida. Quando você abre a caixa de pandora e vê o que há de podre no reino, você consegue executar os demônios.

Isso não acontece só comigo, acontece com todo mundo. Acontece porque de uma certa forma não sabemos lidar com o oposto. E como falei no outro post, não sou metade de ninguém. Ninguém é metade - ou seja, você tem dentro de si a resposta que procura.

Se você tem a resposta que procura, não pergunte a um homem para que ele diga. Confie na sua resposta. E quando quiser Y de um homem, pergunte: que tal Y? Direto. Sabe luta livre? Ganhe por nocaute, nada de rodeios!

E homens, meus leitores: sim, nós gostamos de ir pelas beiradas, jogo de conquista (joga cabelo, põe decote, vai de make, enfim...). E se quiser conquistar, é só nos dar prioridade nos momentos certos (vale tomar breja enquanto estamos no cabeleireiro!!!)

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beijos&beijos!

PS: post que era preu postar na sexta... mas ainda tem mais hoje!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Das línguas afiadas

Ultimamente ando sem postar. Não que falte o que postar... falta ficar acordada! Juro, deletei 6 post que não chegaram aos finalmentes! Vou resumir aos debates mais interessantes: sim, a maioria dos posts eram reflexos de conversas!

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Do fim do relacionamento com o bofe:

Eu falei que o amava e ele passou a me ignorar. Num ápice, eu divagando e Mayra (amiga virtual dos RPGs de miliano atrás...) comentando:

Eu: "Maeh, é complicado porque eu me sinto bem mais leve por dizer, mas triste pelas consequências. Nunca achei que eu iria me casar com ele e tal (tá, cogitei e apaguei no instante seguinte), mas eu fico assim, chateada..."

May: "[sic]Benzinhooo, todo mundo choram! ORA é AGORA e IR é AGIR! Arruma outro now!! que queira carinho, atenção, massagem relaxante no corpo todo, momentos de luxuria, chocolate, vinho, uma gata com canto pra durmir em sampa! Jura que eu realmente preciso dizer qual é dos benefícios?"

May: "[sic]Benhê, CRUZEIRO, começa agora! Cura tuas dores nos braços dum marinheiro e se JOOOOGAAAAA!"

Eu: "se eu me jogar, nem volto mais..."

E foi assim que eu deixei de ficar chateada. Eu tenho uma capacidade de autocura desenvolvida em anos de RPG... minha pirata neeem tem tapa olho, nem perna de pau, nem gancho na mão. O tempo passou e os relacionamentos ficaram mais superficiais... Não, eu realmente gosto dele. Mas eu gosto de um monte de gente, e gosto ainda mais de mim. Então, como a May falou, IR é AGIR...

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Dos amigos:

Amigos terminam e voltam em relacionamento. "Poxa, eu só saio por Sampa com os dois, se eles terminarem, ferrei-me!" - apesar do sentimento egoísta momentâneo, acho que meus esforços deram certo, porque eles voltaram. Daí eu comentava como duas pessoas tão diferentes se atraem.

Nika: Ah, opostos se atraem normal. Complemento, né? Filosofia das metades da laranja...
Eu: Não creio. Sou espírita, nasci, vivo e morrerei como um ser completo, sem ladainha de complemento!
Nika: Mas a gente sempre anseia algo de fora né?

E a Nika desvendou o segredo, o que me fez fechar esse mês para balanço. Estamos sempre na vontade de algo externo, quando tudo que a gente precisa já está em nós. E os meus amigos atualmente são reflexo disso. Pessoas extrovertidas, falantes... eu sempre vivo o papel da introvertida. Não que eu seja, mas sempre fui mais discreta, de tentar passar sem ser percebida. O problema é que eu só sou assim quando o palco não é o meu, quando a luz não está em mim. O que me falta para ter mais amigos em Sampa? Apenas um palco e uma luz, um circo montado para mim.

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Do coração:

Vazio, vazio, nunca está. Mas tá tão leve, que é como se estivesse. Tenho uma admiração por uma pessoa que nem tá muito aí com a minha existência. Só que foi com a leveza literal do espírito dele que eu aprendi que é bom flutuar. Meu status? Floating on a bubbly drink!

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E o trampo?

Já tive minha crise existencial desse momento. Reservo-me o direito de ter outra até o fim do mês (sensação de ser uma pulga - sempre a procura de um novo canto!)... Mas continuo em busca de algo melhor. Enquanto isso, melhoro onde eu estou... espero que dê certo!

E no meio tempo descobri que no trabalho anterior estão colhendo os frutos do meu planejamento. Desejo sorte... porque também descobri que um outro, bem antes, praticamente faliu.

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E é assim que eu fico por aqui... cortei gente que eu ia citar, porque quando se está mal, você descobre que tem gente louca de vontade de jogar a pá de cal em cima... Mas agora eu estou ÓTIMA, como diz minha flor Criská....

Até o próximo post & küsse


domingo, 6 de novembro de 2011

bem estar bem...

Demorei a postar... muitas coisas aconteceram depois do último post. E a principal é que eu me fortaleci após mais uma queda. A gente diz para uma pessoa que a ama e ela resolve sumir. A gente fica naquelas: que merda, falei. Hoje eu digo: "foda-se. Se é incapaz de aceitar meu amor, vou arrumar quem queira!"...

Mas o melhor foi voltar às baladas. Não preciso de drogas para ver elefantinhos voando, preciso de balada, com um som bem alto que deixo o ouvido zunindo dia seguinte e dançar até minhas pernas ficarem bambas ou doloridas ao máximo. Não achava graça até ir à Paranapiacaba... agora, como é que eu pude ficar sem achar graça?

aonde foi que eu me perdi? por que raios eu tinha deixado de ser eu mesma?

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sem música... pq senão teria que por várias!

fica a dica de web-radio: http://www.gothradio.com ótema! 

E vou por aqui... ao som de Wolfsheim.
Beijo, beijo!