sábado, 12 de novembro de 2011

Não pergunte, nocauteie!

Dando sequência a ideia do grande Fabio, que me aconselhou a transformar o blog em uma central sobre relacionamentos... esse é o primeiro de muitos posts (e dessa vez é verdade) sobre esse projeto. Era para ter mais gente comigo, mas sabe: são dois homens, e eles nunca retornam meus recados... então desisti deles.

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Homens são assim, não retornam mensagens. A não ser que isso seja assunto prioritário na vida dele (lembre-se: toda regra tem exceção!). Isso tem um motivo de ser: capacidade de orquestrar assuntos e pessoas diferentes. Se você falar X, homem nenhum vai ler as entrelinhas e falar Y, como nós gostaríamos. Eles respondem X e passam para o assunto prioritário (e se respondeu, flor, sinta-se feliz! Esse é pra casar! Assim.. depois de uns 5 anos de panela de pressão!). O assunto prioritário nunca é aquele que a gente torce para que seja, o que resulta em confrontos com banda, futebol com amigos, carro, cerveja no bar - e que você vai pronta para perder muuuitas vezes.

Antes que digam que eu sou mais uma feminista revoltada, não sou não. Acontece que ando aprendendo muito com os homens sobre o que eles esperam das mulheres, e o que ele procuram de fato.

Na verdade o ser humano é assim: busca nos relacionamentos o que não teve em casa, mas repete comportamentos iguais aos que aprendeu com a família. Vou me dar como exemplo: minha vó, que me criou, era muito de sair e tal, mas não fazia amizades... era cordial mas era bem rígida (minha visão dela). Eu acabei virando um espelho disso. Gosto de sair mas não faço amigos facilmente, sou uma extrovertida reservada a quem eu tenho o mínimo de intimidade. E ainda pesa contra mim o fato de eu não ser muito cordial (cara, eu sou tímida, com baixa autoestima... o que esperar?).

O problema é que exatamente eu busco fora o que eu não tenho em mim: ausência de timidez, alguém popular, comunicativo... E por esses eu me apaixono instantaneamente. O que acontece agora, que eu fiquei fascinada por um guri exatamente assim. Sério, o primeiro por quem eu me apaixono mesmo. Os outros eram sentimentos de necessidade de estar perto. Esse, ah, quero corpo e alma. Minha sorte: paixonites dão e passam com a rapidez da efemeridade. Ainda mais que eu peguei esse mês para revisar minha vida. Quando você abre a caixa de pandora e vê o que há de podre no reino, você consegue executar os demônios.

Isso não acontece só comigo, acontece com todo mundo. Acontece porque de uma certa forma não sabemos lidar com o oposto. E como falei no outro post, não sou metade de ninguém. Ninguém é metade - ou seja, você tem dentro de si a resposta que procura.

Se você tem a resposta que procura, não pergunte a um homem para que ele diga. Confie na sua resposta. E quando quiser Y de um homem, pergunte: que tal Y? Direto. Sabe luta livre? Ganhe por nocaute, nada de rodeios!

E homens, meus leitores: sim, nós gostamos de ir pelas beiradas, jogo de conquista (joga cabelo, põe decote, vai de make, enfim...). E se quiser conquistar, é só nos dar prioridade nos momentos certos (vale tomar breja enquanto estamos no cabeleireiro!!!)

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beijos&beijos!

PS: post que era preu postar na sexta... mas ainda tem mais hoje!

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