sábado, 10 de setembro de 2011

Querer não é poder? droga! - parte 1

O que acontece quando uma mulher admite o que quer? Sinto na pele isso. É tratada como louca, deixada de lado. Não é a Sra. Carência falando, é uma constatação: quando falamos o que queremos de outra pessoa, essa normalmente se assusta e vai embora! "É louca"... e quantas vezes eu não ouvi isso?

Refleti muito esses dias sobre o que eu quero, afinal foi um querer que me trouxe para uma vida diferente da que eu levava. Em Santos, a mente perturbava, a certeza de que uma hora eu vou sair daqui, para conseguir crescer profissionalmente. E isso tudo começou com uma resolução de fim de ano!  Tem uma música em inglês que diz: "ela nunca vai voltar a ser como era, ela leu nas estrelas que há algo mais"... pois eu não li nas estrelas, eu sempre soube. Voltar a ser como era? Ninguém volta, que bom!

Mas voltando: 2009 foi um ano hardcore. Core duro. Pela definição anatômica, tronco duro: é, foi como uma bala de canhão bem no peito. 2010 foi punk, como a música punk, rápido, traumatizante, anti qualquer estabilização. O resultado desses anos foi uma depressão, remédios variados e a minha resolução para 2011: acertar minha vida profissional, a afetiva e todas as outras, só em 2012!

E 2011 não acabou mas a resolução já se cumpriu: trabalhei com que eu sempre sonhei e agora estou atrás da minha realização financeira. É que quando se é criança, quase nunca se sonha em ser empresário ou coisa do gênero. Eu sonhava em trabalhar com rádio. E missão cumprida!

Querer é poder!

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Mas o post não era para terminar assim. É, voltemos: mesmo com todos os empecilhos, as dificuldades, eu estou conseguindo o que eu quero. Porque eu plantei isso láááá atrás! Eu quero há muito tempo, e agora se continuar dando certo, eu vou conseguir. 

Mas como diz uma música do Sisters of Mercy: "I want more!". É, ser humano é insatisfeito por natureza. E acabei por me enveredar por um querer diferente: quero pessoas! Não qualquer uma, são pessoas determinadas, selecionadas, com nome, RG, CPF, algumas com CNH, nem todas com carro ou dinheiro. Não procuro nelas as coisas que elas poderiam me oferecer, quero parte da alma delas, quero um espaço no peito e na mente.

Mas será que querer é poder? 

(Continua mais tarde...)

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