Se me perguntarem hoje o que me move, responderei a falta de movimento alheio. Quais meus alicerces? Direi que estou recostada sobre um bambu, que se dobra e desdobra, porém teima em não quebrar. Persistência, resiliência, dizem. Teimosia, digo. Alongada, atinjo outros lugares sem sair da minha posição inicial. Não é inércia, é ponto de vista. Parada, já fiz mais que muitos daqueles que caminham.
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Voltando a postar! Muita coisa que passou, talvez poste o que tenho em rascunho, talvez não... Servirá como forma de desapegar, talvez? ou morrerá no limbo dos textos inacabados...
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