Não sei muito bem como vou acabar esse post. Há muita vontade de falar e o maior medo é falar demais. Ultimamente ando falando demais, descobri que estou me expondo demais. Esse "demais" vem carregado com o medo dos sentimentos alheios, como inveja. É, mesmo que não seja declarada, é sentida.
Mas tempos mudam, e é chegada a hora para tempos diferentes... Antes eu bem cobiçava um "serei", agora eu penso no que eu sou, no que eu quero. E estou visualizando!
Ontem, falava com uma amiga que teve grandes perdas recentemente. Ela me disse que era hora dela voltar a fazer planos. Sim, eis o problema da grande maioria das pessoas: se o problema aparece com tempo para nos prepararmos, mudamos nossos planos de vida! Tudo errado! Já perguntou a uma pessoa bem idosa se ela concluiu seus sonhos? Ou vai dizer que não ou que nunca teve sonhos... É raro ter alguém que se considere bem sucedido na vida.
E aí entra o porque do medo dos sentimentos alheios. Eu me considero uma pessoa realizada já, aos 26 anos. Já senti as famigeradas borboletas na barriga, já gozei, já fiz alguém gozar, já trabalhei com o que eu queria, já chorei em um show marcante para mim. Agora, vou em busca da realização financeira: é, o mundo é capitalista, e eu tinha sonhos socialistas demais.
Mas dizem que há três realizações necessárias para um homem se sentir completo: ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro. Não recebi ainda o chamado da natureza para a maternidade, já plantei algumas vezes mas as plantas morreram e pode ser que eu lance um livro ainda esse ano. De qualquer forma, estou realizando todos os meus sonhos...
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Foi-se o tempo da semeadura, é chegada o tempo da colheita!
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